Platão, Xenofonte, Ateneu, foram os primeiros em descrever os antecedentes da homossexualidade durante a Antiga Grécia, a vez que participaram da demonstração afetiva entre pessoas do mesmo género. Para esse tempo, simplesmente representava a adaptação do desejo como parte da rotina dentro da vida social que estabeleciam.

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Foi na Ilíada, criada durante o ano 800 a.C. donde surge o antecedente primeiro das relações entre personas do mesmo género, com a relação que se estabelece entre Pátroclo e Aquiles. Se bem os roles exercidos por cada um não estão totalmente claros, este foi estabelecido pela proximidade, e o passado pederasta de sua relação, ao inicio da antiguidade clássica. Outros casais solenes desta época ressurgem entre Eurípides e Agatão assim como a célebre relação entre Alejandro Magno e Hephaistion.

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O primeiro fator a considerar na homossexualidade da Antiga Grécia é que em esse tempo não existia o conceito de orientação sexual, pois esta acepção surgiu apenas durante o último século em Ocidente. Um segundo fator a ter em conta é que a atividade sexual de uma pessoa na Antiga Grécia não estava relacionada com o desejo biológico, em lugar disso, se traçava em base ao género, ao status social e a idade.

O fato de que não exista um registro comparável da sexualidade feminina, se deve a que esta sociedade foi um patriarcado, quer dizer, o homem era a única autoridade imperante. De fato, a mulher permanece excluída dos dois grupos sociais que se fundamentou na Antiga Grécia, ele foi o círculo de cidadãos, sendo aqueles que podiam exercer a política; como o círculo dos homens, sendo só incluídos aqueles de gênero masculino.

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Avaliada a preponderância do homem durante a Antiga Grécia, é importante destacar os dois pontos de vista que erigiram sua atividade sexual. No ano 1978, o professor, Kenneth Dover compartiu um ensaio sobre a homossexualidade na Antiga Grécia, com o qual sinala os referentes de status social como participe indicativo durante o exercício da sexualidade.

A maneira de polarização, entre companheiros existia a divisão do rol passivo e o rol ativo, quer dizer, o penetrado e o penetrador. O rol passivo se veia associado com a submissão, sob o status social e a juventude. Por sua parte, o rol ativo o aplicava aquele de maior idade e de maior status social. Quer dizer, o ato íntimo era incluído como uma maneira de demonstrar quem tinha maior poder a nível social.

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Mais pra lá do tabu que para alguns ainda possa representar, a homossexualidade na Antiga Grécia é uma mostra curiosa de uma dinâmica social particular, existente, e aceita. Para os antigos gregos, a sexualidade imperava como um fator de status social, libre de etiquetas com as quais encaixarem a seus praticantes, o que além se pode comparar com alguns câmbios que se ha suscitado e, a vez, similitudes que hão perdurado ate a atualidade.

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